ESCOLHA A ESCOLA CERTA. CONHEÇA A REDE SAGRADO!

Escolher onde seu (sua) filho (a) vai estudar não é uma tarefa nada fácil não é mesmo? Trata-se de uma decisão muito importante e que irá contribuir ou não para o crescimento e desenvolvimento dele (a). Por isso, se estiver passando por essa dificuldade, fique tranquilo (a)! Pois, este post foi escrito com a intenção de te ajudar nesse processo e, acima de tudo, te alertar sobre as consequências da escolha do colégio errado.

Com esse objetivo de auxílio e solução para o dilema que enfrenta hoje, entrevistamos Luciene Vieira da Silva, Coordenadora Educacional do Ensino Fundamental dos Anos Iniciais do Colégio Sagrado Coração de Maria Brasília. A educadora é formada em Pedagogia, com pós-graduada em Psicopedagogia Clínica e Institucional.

Luciene Vieira da Silva, Coordenadora Educacional do EF dos Anos Iniciais do CSCM-Brasília

Ao ser questionada sobre o que a escolha errada do colégio pode acarretar aos estudantes e respectivas famílias, Luciene fez questão de, primeiramente, enfatizar que “escolher a escola envolve inúmeras variáveis”. Ela também  esclareceu que a decisão de onde matricular o aluno (a) deve ser tomada a partir de uma pesquisa das instituições e da observação dos pais sobre as características dos filhos. Nesse contexto, ela ressalta que as duas perguntas abaixo devem ser feitas pelos pais/responsáveis antes de qualquer escolha.

São elas:

1) Que tipo de escola/método de ensino é necessária para o meu filho (a)?

2)Quais os valores de família que não abrimos mão e que precisam estar alinhados com a escola que queremos para o nosso (a) filho (a)?

Dessa forma, para a nossa educadora, “escolher a escola certa é indispensável, uma vez que o alinhamento entre o perfil do estudante com o tipo de método de ensino e de ambiente oferecidos pela escola possibilitará melhor adaptação do aluno e da família e, consequentemente, contribuirá para melhor aprendizagem”.

Luciene ainda compartilhou que “a escolha errada é aquela que não consegue alinhar as necessidades do aluno (a) com o que a instituição pode oferecer”. Com essa explicação, ela citou um exemplo para seu melhor entendimento:

“a família que opta por uma escola de ensino tradicional e começa a questionar o método de ensino, o volume de atividades, o excesso de conteúdo, o excesso de atividades de casa, etc. Uma escola de metodologia tradicional jamais proporcionará práticas de ensino construtivistas e vice-versa. Esse desalinhamento entre as expectativas das famílias e o perfil do (a) estudante com o serviço que a escola oferece pode gerar conflitos entre a família e a escola. Nesse embate, o maior prejuízo é para o aluno (a), que fica nesse meio sem que as suas necessidades de aprendizagem sejam atendidas. Dessa forma, pode afetar o seu desempenho escolar. Assim, o aluno (a) pode passar a apresentar falta de motivação, problemas de socialização, baixo rendimento, enfim, afetar a sua aprendizagem e seu desenvolvimento. Portanto, se o filho (a) tem perfil para uma escola com metodologias de ensino construtivistas é lá que ele (a) deve ser matriculado e não numa escola de metodologia tradicional”.

Alunos do Colégio Sagrado Coração de Maria Brasília durante interação

Já sobre quando indagada sobre se a escolha do colégio errado pode trazer prejuízos a curto e ou a longo prazo aos estudantes, Luciene respondeu, categoricamente, que sim! Para ela, essa decisão errônea “pode acarretar prejuízos a curto, médio e longo prazos. A curto prazo pode ser manifestado pela dificuldade de adaptação ao ambiente escolar e a médio prazo pode se manifestar por meio da desmotivação e desinteresse pela aprendizagem. A longo prazo pode ser identificado quando o aluno (a), pelo desinteresse, passa a negligenciar suas tarefas, não aprende e isso começa a afetar a sua autoestima. Nesse ciclo, ele (a) vai construindo uma percepção negativa da sua autoeficácia. Isso significa dizer que se o (a) estudante apresenta constantes fracassos nas suas experiências de aprendizagem e começa a se perceber como incapaz e as consequências podem ser danosas para o seu desenvolvimento uma vez que a tendência é a não aquisição de habilidades e competências que irão sustentar novas aprendizagens”.

Momento de brincadeira nas instalações do CSCM-Brasília

E, para finalizar com chave de ouro essa incrível entrevista, a educadora do CSCM-Brasília fez questão de dar 11 valiosas dicas pra vocês, pais/responsáveis, acertarem em cheio na escolha do melhor lugar para seus filhos (as) estudarem.

Confira, abaixo:

1) Tenha um olhar atento para saber se a proposta pedagógica da escola revela pressupostos didático-metodológicos que se adequam ao perfil de aprendizagem do estudante;

2) Observe os valores anunciados pela escola estão em sintonia com os valores da família – escola e a família valorizam, acolhem e incentivam a convivência harmônica entre as diferentes religiões, raças e classes sociais; não abrem mão do respeito às regras e normas de convivência, ambas concordam em contribuir para que o estudante, desde cedo, conviva com a pluralidade cultural, com a tolerância a quem pensa e age diferente;

3) Fique atento (a) se a forma de lidar com a disciplina está em sintonia com o tipo de disciplina aplicada em casa;

4) Analise se a formação é feita de maneira global, agregando conteúdos e valores e se a escola proporciona estratégias para tornar seus alunos autônomos e protagonistas.

5) Avalie se o espaço oferecido pela escola responde aos anseios da família: favorece a conivência coletiva, tem área verde, etc;

6) Averigue se a escola atende à logística da família, evitando, assim, que os filhos se cansem com longos percursos e que cheguem atrasados ou se sintam desestimulados para irem à escola;

7) Pergunte se a escola oferece atividades extracurriculares, se isso for importante para a família;

8) Analise se o valor da mensalidade cabe no orçamento familiar;

9) Certifique-se se a escola pretendida possui profissionais qualificados;

10) Verifique se as atividades de sala de aula e outras, como lição de casa, exploração do meio, organização de jogos, incentivo à leitura, promoção de debates, entre outros, correspondem às expectativas da família;

11) Confirme, ainda, como as crianças são avaliadas, como é feito o acompanhamento das crianças que tem dificuldades e como as crianças que têm um bom desempenho são validadas. Afinal, mesmo as crianças de bom patamar de desempenho também precisam de estímulos e de validação para continuar aprendendo.

Os sagrados alunos do Colégio Sagrado Coração de Maria Brasília

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